

AO LONGO DO ANO DE
2003
Bam International ao longo do
ano 2003 que se encontra a prestes de finalizar, desenvolveu um completo
vade-mecum, oferecendo os seguintes produtos:
Cápsulas
de gelatina mole (pérolas)
Cápsulas
de gelatina dura
Comprimidos
Ampolas/viales
Linha de soja
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batidos
§
sobremesas
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pures
§
barras energeticas
§
crackers
Fitocosmética
em cápsula twist-off.
Produziu-se uma procura
constante de todos eles tendo a máxima solicitação os seguintes produtos:
Isoflavonas 35 mg em pérolas, DHA a 20, 50, 70 % em pérolas e o complexo
polivitamínico-mineral-aminoácidos em pérolas denominado Hair-Nails Complex.
Junto a eles lançamos como novidade a Linha de soja, com grande aceitação e
reclamo.
Mas Bam tinha entre
bastidores um produto para aparecer nas passarelas de elite, como se de uma
modelo se tratasse. Referimo-nos as Cápsulas em twist-off.
Ceramidas com retinol, com vitamina E, vitamina F,
cores naturais, nacarados, matizados, púrpura, formas com inspiração barroca,
com estilo art-decó, …, o mais chic do
mercado…
De todo isto falaremos no
Boletim do mês de Dezembro, que será o ultimo de ano e quanto à apresentação de
2003 adiantamos algumas surpresas:
Batido de soja de tomate, Isoflavonas
antisudoração climatérica, o sol, a lua………
O melhor método
para classificar as vitaminas baseia-se nas suas características de
solubilidade, a qual condiciona o seu modo de acção, o sistema de armazenamento
corporal e a toxicidade. Distinguem-se:
Vitaminas hidrossolúveis, que actuam como precursoras de coenzimas no metabolismo
energético, proteico e de ácidos nucleicos, como substrato de reacção
enzimáticas e como componentes estruturais de certas bio-moléculas. A este
grupo pertencem: vitamina B1, ou tiamina, B2 ou riboflavina, B3 ou niacina, B5
ou ácido pantoténico, B6, B12, botina e a vitamina C.
Vitaminas lipossolúveis, que têm funções mais específicas, armazenam-se no organismo
e não se absorvem, nem se eliminam tão rapidamente como as vitaminas
hidrossolúveis. Exemplos, a vitamina A ou retinoides, a vitamina D ou
caliciciferois, a vitamina E ou tocoferois e a vitamina K.

Em
continuação mostramos os alimentos mais representativos das diferentes
vitaminas.





Vitaminas Lipossolúveis.
Vitamina
A (retinol) e Provitamina A (betacaroteno)
A vitamina A
encontra-se unicamente em alimentos de origem animal, fígado, queijo, manteiga,
ovo, leite. O beta-caroteno encontra-se em vegetais (quando mais verdes, mais
ricos em carotenos): espinafres, lechuga, berza, espárragos, cenoura.




Vitamina D (colecalciferol)
A fonte mais importante de vitamina D é a exposição solar. Os alimentos que
contém vitamina D como: óleo fígado
de bacalhau, pescado gordo (arenques, cavala), fungos, (D2) leite, margarina,
gema de ovo e levedura.



Vitamina E (tocoferol)
Encontra-se
sobre tudo no óleo de sementes vegetais, principalmente no óleo de sementes de
trigo. Também milho, soja, azeite, girassol, nozes, avelas. O leite materno contem
maior quantidade de vitamina E que o
de vaca e o de outros mamíferos.




Vitamina K
(menadiona)
Encontram-se principalmente em vegetais de folha
verde (espinafre, lechuga, couve-flor), repolho vermelho, fígado, carne, óleos
vegetais, leite e derivados. Também é sintetizada pela flora bacteriana
intestinal.




Vitaminas
Hidrossolúveis
Vitamina C (ácido ascórbico)
Abundam especialmente nos frutos cítricos e nos tomates.
Também em kiwis, morangos, melão, pimento, cereais, col fermentada e batatas.





Vitaminas do grupo B
O complexo B engloba um total de 11 compostos com
uma estrutura química e funções distintas. A razão de se agrupar sob o mesmo
término foi que originariamente se obtiveram das mesmas fontes, em especial de
fígado e da levedura.
Vitamina
B1 (tiamina)
Encontra-se na carne (de porco sobre tudo), cereais
(copos de aveia, trigo, arroz), leguminosas, batatas e leveduras.
Vitamina
B2 (Riboflavina)
Principalmente localiza-se nos seguintes alimentos:
leite, clara de ovo, vísceras, cereais, vegetais verdes.
Vitamina
B3 (Niacina)
Também se denomina ácido nicotínico, nicotinamida ou vitamina PP. Os
alimentos que a contém são: fígado, carne, rins, cereais, levedura e legumes.
Também atum, sardinha, arroz integral e café.
Vitamina B5 (ácido Pantoténico)
E um
componente da coenzima A, fundamental no metabolismo celular. Encontra-se em
muitos alimentos mas principalmente no fígado, rim, cérebro, músculo e gema de
ovo. Também na levedura, casca do arroz, trigo, amendoins e geleia real.
Vitamina B6 (Piridoxina)
Derivado da piridina. Sua forma biológicamente activa é o fosfato de
piridoxal. Encontra-se na carne (fígado e rim), gema de ovo, leite e derivados,
pescado. Em menor quantidade em: cereais integrais, levedura, batatas e
hortaliças frescas.
Vitamina B9 (ácido Fólico)
E uma vitamina sensível ao calor, à luz e ao oxigeno do ar. Encontram-se
principalmente em hortaliças frescas (espinafres, brócoli, guisantes, espargo
verde), batatas, farinha integral, fígado, rim e ovos.
Vitamina B12 (Cianocobalamina)
Sensível ao calor, oxigeno do ar e extremadamente sensível à luz. A absorção
desta vitamina depende de uma proteína do estômago denominada “factor
intrínseco”. Unicamente localiza-se nos produtos de origem animal,
especialmente carne, fígado, rim, leite e produtos lácteos. os vegetais não contém B12.
Vitamina H (Biotina)
Pode ser sintetizada pelas bactérias intestinais. Estável à temperaturas de
cocción, mas sensível à luz solar e ao oxigeno do ar. Encontra-se em quase
todos os alimentos, si bem que em
concentrações baixas.





Actualmente, Bam
International distribui fórmulas
standard de cápsula de gelatina mole (pérolas) de produtos que parcial ou total
incluem vitaminas.
Assim temos o complexo B, antioxidante, Hair-Nails Complex
e um largo etcétera que podem encontrar no vade-mecum.
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As plantas medicinais também tem o seu perigo. Ha que
ter presente a toxicidade e perjucios que podem ocasionar.
Uma das plantas mais conhecidas pela sua toxicidade é
o Anis Estrelado (illicium verum
hook), conhecida como anis da China ou badiana.
O seu alto conteúdo em anetol a doses elevadas ocasionaria
narcolepsia, delírio, gastroentritis e convulsões, assim como danos no fígado e
nos rins.

Utiliza-se para facilitar
a digestão pesadas associadas a aerofagia ou flatulência intestinal.

Outras acções descobertas
como efeito agonista estrogénico, galactagogo, analgésico e antibacteriano.
Muito utilizado em lactantes. Recomenda-se uma dose máxima diária de três
gramas de droga ou 0,3 gramas de óleo essencial. Em indivíduos com hiper
sensibilidade ao anetol, ou uso está totalmente contra indicado.
Recentemente detectaram-se efeitos adversos em
bebés, e pelo que foi retirado enquanto se
obtém resultados das investigações que se estão realizando no Centro Nacional de Epidemiología do Instituto
Carlos III (Espanha)
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A creatina foi descoberta e
na carne por Chevreul,
científico francês em 1832. Mais tarde chegou-se à conclusão de que a creatina
estava directamente relacionada com o trabalho do músculo. Mas foi na década dos 90 quando se demostrou cientificamente que a
creatina melhora o rendimento desportivo.
A partir dos
anos sessenta começa-se a utilizar a creatina sintética mas actualmente
não se conhecem os efeitos que o consumo de desta substancia pode ocasionar com
o tempo.

A carnitina é um carrier ou transportador natural
para favorecer o passo dos ácidos gordos
ao interior da mitocôndria, também a sua estrutura química contem azoto e
carboxilo, mas não é um aminoácido. É um composto semelhante a uma vitamina
solúvel na agua (Kanter & Williams, 1.995) que é rapidamente sintetizada no
corpo através da lisina e metionina (Cerretelli & Marconi, 1.990). Embora a
carnitina não é um nutriente essencial porque pode ser sintetizada no corpo,
considera-se que uma deficiência na dieta poderia causar alguns efeitos
negativos (Broquist, 1.994). não obstante, é extremadamente raro que uma dieta
equilibrada apareçam défices de carnitina.

A carnitina alimentar pode ser obtida facilmente em
algumas comidas. Talvez a melhor fonte seja a carne, particularmente a de vaca,
ovelha e cordeiro. Outros alimentos de procedência animal como a leite, o
queijo e as aves contem carnitina em menor concentração enquanto que as frutas
e verduras têm quantidades sem importância (Kanter & Williams, 1.995).
Os suplementos de carnitina com doses supra fisiológicas mais altas das que
requer o corpo, não produzem resultados de aumento na oxidação da gordura tanto
no repouso como durante o exercício. Assim pois, parece que podemos sintetizar
as quantidades necessárias de uma dieta adequada nos seus precursores (lisina e
metionina). Aquelas pessoas que têm um diagnóstico médico de deficiência de
carnitina poderiam beneficiar graças a um suplemento desta, mas esta situação
parece ser pouco comum.
Actualmente consume-se de forma habitual em
ginásios e instalações desportivas sem nenhum
tipo de acompanhamento.

Estima-se que aproximadamente a metade dos desportistas
que participaram nos últimos jogos olímpicos a utilizaram. os estudos realizados até ao momento demostram
que o seu consumo melhora os resultados
dos desportistas de elite mas que em amadores deve existir assessoramento e
seguimento exaustivos.
