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| Derivada de uma planta prístina de há vários milhões de anos, no período paleozóico, a cavalinha reproduz-se pelos esporos contidos nos esporângios situados numa espécie de escudo, não possuindo portanto flores e, consequentemente, sementes. Apresenta dois tipos de caules, uns avermelhados e curtos, sem clorofila, brotam na Primavera e possuem na extremidade a espiga produtora de esporos (estróbilo), os quais são substituídos, uma vez terminada a sua missão, por caules verdes, ocos, canelados e muito ramificados, divididos em segmentos separados por nós, sendo caules esteróis e que constituem as partes da planta utilizadas com fins medicinais. É utilizada medicinalmente desde remotas épocas pelas suas virtudes de provocar a urina e sarar a desinteria, tendo as ramagens amassadas, a faculdade de fechar feridas sangrentas. Moderna fitoterapia continua a reconhecer-lhe muitas propriedades medicinais: é um excelente diurético, possui factores remineralizantes e uma acção hemostática, que a recomenda popularmente nos casos de hemoptises, epistaxes, metrorragias e fluxo acordo hemorroidário. Apresentação:Extracto fluído, Tintura, Xarope, Comprimidos
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